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Carnaval aumenta casos de conjuntivite

2 de fevereiro de 2016

Todo ano, no carnaval, aumenta o número de consultas com oftalmologistas. A conjuntivite, inflamação da conjuntiva, membrana que recobre a esclera (parte branca do olho) e a face interna da pálpebra é a doença ocular mais comum neste período.

Agravantes na folia

Os tipos de conjuntivite mais comuns durante o carnaval são a viral e a bacteriana. Neste período, a queda da imunidade decorrente das noites mal dormidas e alimentação irregular aumenta a predisposição à viral. Já as aglomerações e o aumento de bactérias no ar por causa do calor, cria um ambiente perfeito para que as bactérias se proliferem. A conjuntivite viral quanto a bacteriana são altamente são altamente contagiosas e podem ser transmitidas por um simples aperto de mão e até pelo compartilhamento de objetos. É por isso que no carnaval os principais veículos de transmissão são as aglomerações, o mau uso e compartilhamento de maquiagem.

Lembre-se: a maquiagem também pode causar a conjuntivite alérgica em quem já tem predisposição à alergia ou conjuntivite tóxica quando os cosméticos penetram no olho.

Prevenção

As principais dicas do médico para curtir o carnaval e manter a saúde ocular são:

· Lavar as mãos com frequência;

· Não coçar os olhos;

· Nas aglomerações, higienizar as mão com álcool;

· Não compartilhar colírio ou maquiagem;

· Dar preferência às toalhas descartáveis;

· Usar compressa de água fria e filtrada sobre os olhos ao primeiro desconforto. (não desaparecendo o sintoma, consultar um oftalmologista);

· Descansar durante o dia para manter a boa imunidade;

· Beber bastante água e consumir alimentos ricos em ômega 3 para manter o filme lacrimal que protege a superfície do olho;

· Lavar o olho abundantemente caso penetre maquiagem ou qualquer outro corpo estranho como confete, serpentina ou espuma de carnaval.

Sintomas e tratamento

Os sintomas dependem do tipo de conjuntivite, mas todas causam ardência, vermelhidão, coceira, sensação de areia nos olhos, inchaço nas pálpebras e fotofobia ou aversão a luz. O tratamento depende da gravidade e varia de acordo com o tipo. Embora em 80% dos casos a conjuntivite não cause queda visual, o tratamento inadequado pode provocar queda visual e resistência à medicação. Por isso, os colírios só devem ser usados com acompanhamento médico.

Lentes coloridas

No carnaval, é comum as pessoas começarem a usar lentes de contato coloridas sem prescrição médica. O problema é que o uso de lente é contraindicado para 15% dos brasileiros. Usar lente de contato não é brincadeira. A má adaptação pode causar sequelas permanentes na visão.

Fonte: Floripa News com informações da assessoria de comunicação Clínica Vittá Goiânia

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