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Qual tipo de protetor solar escolher: físico ou químico?

Qual tipo de protetor solar escolher: físico ou químico?

Além da pele e do fator de proteção, também vale pensar sobre a constituição dos filtros. Veja como funciona cada tipo de protetor solar! 

 

Sem dúvida, a consulta com dermatologista é indispensável para descobrir o tipo de protetor solar ideal para o seu perfil. Afinal, além da textura da pele (oleosa, seca, normal e mista), é necessário avaliar a tonalidade dela, bem como antecedentes de doenças na família, como câncer de pele, e as situações em que costuma ficar exposta ao sol. Inclusive, se você estiver passando por algum tratamento dermatológico, tal fator também deve ser considerado. 

Por outro lado, com a chegada de novas tecnologias, cresce as opções nas prateleiras das farmácias. Por exemplo, há as versões físicas e químicas. Pensando nisso, você sabe qual tipo de protetor solar escolher? Confira! 

 

O que é o protetor solar físico? 

Primeiramente, o tipo de protetor solar físico ou inorgânico é composto por minerais. Por isso, é considerado um produto de constituição natural e bastante procurado por pacientes veganos. 

O dióxido de titânio e o óxido de zinco são as moléculas mais utilizadas pelos laboratórios no processo de formulação desses protetores.  

 

Como funciona? 

O protetor solar físico cria uma espécie de barreira invisível sobre a pele. Nesse sentido, quando os raios solares chegam até sua superfície, são refletidos. Dessa forma, a derme é protegida contra o fotoenvelhecimento e doenças, como o câncer de pele. Inclusive, vale mencionar que sua ação é imediata. 

Os dermatologistas costumam indicar esse tipo de protetor solar a crianças, gestantes e pessoas alérgicas. 

 

E o protetor solar químico? 

Já as opções químicas são fabricadas com moléculas capazes de absorver os raios ultravioletas, quando eles entram em contato com a área protegida. Logo, a penetração é bloqueada através de uma camada que reage contra essa radiação, a qual tem a sua energia enfraquecida. 

Sem dúvida, os protetores químicos são os mais comuns no Brasil. Todavia, podem despertar alergias com maior facilidade.  

 

Qual escolher? 

Como mencionado anteriormente, a consulta com dermatologista é indispensável para identificar qual o melhor tipo de protetor solar para o seu perfil. Normalmente, pacientes sem histórico de alergias e dermatites, as quais podem ser identificadas pelo Patch Test, podem usar os químicos sem problemas. 

Ao mesmo tempo, quem desenvolve reações alérgicas com o uso de produtos tópicos pode não se adaptar à versão química, porque, seus compostos entram na corrente sanguínea, desencadeando irritações e outros sintomas. Consequentemente, o protetor físico é mais viável nessas situações.  

Há algumas pessoas que não gostam dessa opção, pois, costuma deixar uma aparência esbranquiçada após a aplicação. No entanto, há novas marcas no mercado que receberam tecnologias com o intuito de evitar tal resultado. É oportuno pesquisar sobre elas e tirar as dúvidas com especialistas de confiança. 

Por fim, o protetor físico também é ideal para quem está realizando ou finalizou recentemente tratamentos na pele, já que ela apresenta sensibilidade. 

 

Agora que você já conhece as diferenças entre as versões químicas e físicas, agende uma consulta com os dermatologistas da Clínica Vittá para avaliar qual tipo de protetor solar é ideal para a sua pele! 

 

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